27 de maio de 2017

Selvagem

Tela: Brüllender Löwe (1919), Geza Vastagh

Oculta o coração, uma fera
a bramir cheia de espera.
No covil (crêem) há eras,
nada a doma ou admoesta:
por alvo, uma presa incerta;
por marca, a fome que cega.


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