20 de abril de 2015

Silhuetas

Tela: Starry Night (1893), Edvard Munch

Mesmo no escuro
as curvas da montanha
se insinuam.

Se o banho de lua
é fraco,
a ventania revela a mata.

As estrelas são tantas,
que deixam a abóbada
rebuscada.

Um único pirilampo
realça a linha da estrada.

A paisagem provoca,
mas meus olhos se embaçam:
só fixam o seu dorso
partindo de casa.


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