16 de abril de 2011

A Semana Santa de Um Jeito Simples!

Neste Post d'A Católica, você tira as suas dúvidas sobre: Paixão,
Tríduo Pascal, Círio Pascal, o que se celebra na Quinta-Feira Santa...
No final, ainda há uma bela oração de Preparação à Páscoa. Confira!

Fotografia de Barb Ver Sluis

Fotografia de Teodoro S Gruhl

His only begotten son and the word of God (1885-1896), Viktor Vasnetsov

Aviso ao Navegante:
Se você já sabe tudo (ou quase tudo) sobre Semana Santa, talvez este Post não seja para você. Porque aqui vou tratar de conhecimentos básicos que eu mesma busquei, a fim de entender esse momento da nossa Igreja. Estava cheia de dúvidas e quero dividir o que encontrei com o internauta d'A Católica que também as tem.

Você é um deles? Assim como eu, você não quer viver a próxima Semana "voando", nem "boiando" (como dizemos aqui no Brasil)? Então, este Post é todinho seu!

Fui atrás de respostas simples e objetivas. Como esta Bloggueira que lhe escreve não tem a intenção de "viajar na maionese" (ou seja, de escrever sobre o que não tem certeza), as usual, todas as fontes que utilizei estão devidamente identificadas. Acho que você vai apreciar... (Saboreie e constate por si.)

Tenha uma ótima Semana Santa! Que as bênçãos de Nosso Senhor estejam sobre você, sua família e o Seu Próximo. Saúde e Paz!!

Fontes deste Post d'A Católica:
- Jornal de Opinião - "Acompanhando Jesus até a Páscoa" - 18 a 24 de abril de 2011;
- revista Canção Nova - "Reflexões sobre o Tríduo Pascal" - Abril de 2009;
- revista Terço Bizantino - Abril-Maio 2007 e
- Revista Família Cristã - Especial Páscoa - Abril/2006.

O que é Semana Santa?

The Lamentation of Christ (Sem Data), Anthony van Dyck

Conforme a edição da revista Família Cristã: trata-se do "ponto culminante do Ano Litúrgico. Celebra a memória da morte e da ressurreição de Jesus, verdadeiros fundamentos da fé". A revista continua: "A espiritualidade da Semana Santa perpassa o Domingo de Ramos e a Paixão, o sacramento da Reconciliação, a Quinta-Feira Santa, a Sexta-Feira da Paixão, o Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o Domingo da Ressurreição".

Segundo a publicação: "A cada ano a Igreja revive a Semana Santa e nos dá a oportunidade de sempre renovar a certeza de participarmos com Cristo do mistério da cruz e da ressurreição". Desse modo, "na Semana Santa, acompanhamos o Mestre no amor-sofrimento e aprendemos dele a confiar em Deus, que transforma a morte em ressurreição". A revista coloca uma questão pertinente:

Podemos perguntar: as outras semanas de nossa vida não podem ser santas também? Sim. Deus nos chama a viver todos os dias na santidade recebida no batismo.

O que é Domingo de Ramos?

Entrada de Jesus em Jerusalém (Toledo, Espanha), por Francisco Javier Martín

O texto da revista Família Cristã expõe:

O livro do Apocalipse, ao descrever a eternidade, diz que uma multidão incalculável de todas as nações, tribos, povos e línguas, se encontrarão diante de Cristo Rei, revestidos de branco e com palmas nas mãos (Ap 7, 9-12). A palmeira é central entre os símbolos bíblicos. Por isso o Evangelho diz que Jesus foi aclamado com ramos de palmeira e a estrada foi juncada de ramos para ele passar.

A publicação prossegue: "As pessoas que o reconhecem e nele confiam caminham a seu lado, rumo a Jerusalém, com ramos nas mãos". E mais:

Este é o mais belo significado do Domingo de Ramos para nós hoje: o ramo verde na mão nos lembra que, pelo batismo e pela crisma, recebemos a consagração profética [veja a passagem do Apocalipse, acima]. Temos direito e compromisso de anunciar e testemunhar Jesus Cristo morto e ressuscitado, todos os dias de nossas vidas. A palma em nossa mão é sinal de pertença ao grupo do Mestre, cuja vida foi o perfeito testemunho do amor.

O que é Tríduo Pascal?

De acordo com Dom Vilson Dias de Oliveira, DC (sigla de Congregação dos Padres da Doutrina Cristã), em matéria da revista Canção Nova, ele consiste na "maior celebração das comunidades cristãs. A Páscoa é o centro do ano litúrgico, fonte que alimenta a nossa vida de fé. Celebrar o Tríduo Pascal da paixão e ressurreição do Senhor é celebrar a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus que o Cristo realizou quando, morrendo, destruiu a nossa morte e, ressuscitando, renovou a vida".

O bispo nos conta ainda: "No final do século IV, encontramos já organizado um tríduo pascal, que Santo Agostinho recomendava vivamente a seus fiéis. Formavam, em princípio, o tríduo: a sexta-feira, o sábado e o domingo. É no século VII que o tríduo se inicia com a 'Ceia do Senhor' na tarde de quinta-feira, com o que ele fica constituído pela quinta-feira, pela sexta-feira e pelo sábado - aí incluída a vigília pascal. As três datas formam uma unidade: a celebração do mistério pascal".

O que é Quinta-Feira Santa
(Primeiro dia do Tríduo Pascal)?

The Last Supper (1524-25), Hans Holbein the Younger

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC esclarece na mesma revista da Canção Nova:

O Senhor celebrara com os seus a última ceia no contexto da Páscoa judaica: a comemoração da passagem de Israel pelo Mar Vermelho. Nesse dia, Cristo inaugura a nova Páscoa, a da aliança nova e eterna, a de seu pão compartilhado e seu sangue derramado, a de seu amor levado ao extremo e do mandato do amor para nós, a de sua passagem pela morte à ressurreição, a Páscoa que devemos celebrar em sua comemoração.

A Família Cristã destrinça: "No cenáculo ['sala onde Cristo ceou com os apóstolos'], Jesus se revela como Mestre e diz o que é preciso para entrar em seu discipulado". Ele lava e enxuga os pés dos doze (Jo 13, 12-17), fazendo-se 'servo' e propondo aos discípulos 'a prática do amor serviçal'". Além disso, "a liturgia da noite de Quinta-Feira Santa celebra a instituição da Eucaristia". Nela, "comemos e bebemos do pão da vida que o Senhor nos serve". A revista compara:

Na plenitude dos tempos, o Verbo Eterno de Deus, por obra do Espírito Santo, nasceu de uma mulher (...) e escondeu-se sob a forma do corpo de Maria [conferir Post d'A Católica Fiat, anjo Gabriel!]. Após a ressurreição, por obra do Espírito Santo, o Senhor Jesus Cristo, homem-Deus, esconde seu corpo glorioso no silêncio e na forma despojada do pão eucarístico,"até o fim dos tempos" (Mt 28, 20).

Essa bonita reflexão continua:

A simplicidade e o silêncio do pão eucarístico envolvem o mistério da presença de Cristo ressuscitado na comunidade. (...) Os Evangelhos mostram que antes da ressurreição Jesus ensina. Após a ressurreição ele não ensina mais nada, somente come, prepara a refeição, serve a mesa, chama para comer, partilha o alimento... E envia os discípulos em missão. (...) Na Eucaristia, o Mestre é silencioso e disponível. Quem fala, até o fim dos tempos, são seus apóstolos.

Há uma outra celebração neste dia, conforme a publicação:

Na manhã da Quinta-Feira Santa, o bispo reúne o clero da diocese e preside a "Missa do crisma" ou "dos santos óleos". É a solene renovação da Ordem, o sacramento do serviço amoroso, cuja origem vem do mandato de Jesus na última ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22, 19).

Os sacerdotes são revestidos do ministério de Jesus, e, em seu nome, servem o povo de Deus. O bispo consagra o óleo do crisma e os óleos que serão usados no batismo e na Unção dos Enfermos. Cada sacerdote recebe uma medida, em sinal da unidade da Igreja ao redor de Cristo Mestre, Servidor e Sacerdote.

O que é Sexta-Feira Santa
(Segundo dia do Tríduo Pascal)?

Obra de Meister Bertram von Minden (1394)
Fonte: The Yorck Project: 10.000 Meisterwerke der Malerei

Também chamado de Sexta-Feira da Paixão, é o dia em que "a Igreja se reveste de um silêncio reverente diante da paixão do Senhor". Paixão. Por que usar essa palavra? O que ela implica? Segundo o texto da revista Família Cristã,

Apaixonar-se é amar até extremos de "loucura". Jesus viveu uma intensa paixão por cada ser humano e por cada criatura. Nosso Irmão Mais Velho, o Filho Único de Deus, nos amou até a loucura da morte na cruz. A palavra "paixão" vem da língua grega, na qual se diz patsein, que significa "sofrer" (Lc 24, 26).

A publicação destaca: "Entre as inúmeras torturas usadas no Império Romano, a cruz era a mais infame, humilhante e terrível. Só os escravos réus de crimes hediondos recebiam essa odiosa pena. Pode-se, portanto, perguntar: Por que Deus permitiu que Jesus, o mais inocente e santo dos seres humanos, morresse na cruz?". Mais à frente, a solução:

O apóstolo Paulo responde à pergunta, que atormentava os primeiros cristãos. Diz, na Carta aos Filipenses, que Jesus esvaziou-se da condição divina e tomou a forma de escravo, humilhado e rejeitado, para ser igual a nós (Fl 2, 5-11). Assumiu não só a condição humana, mas também a situação mais dolorosa e humilhante que pudesse existir.

A revista desenvolve a reflexão:

Se Jesus não tivesse sofrido o suplício da cruz, estariam com a razão os que apregoam que Deus não se preocupa com o sofrimento dos inocentes. Jesus experimentou a máxima dor possível, a mais terrível humilhação e vergonha, o mais completo desprezo e abandono, por isso pode ser chamado Irmão Primogênito, capaz de socorrer-nos na fraqueza. Se ele fosse isento do sofrimento, os seres humanos que sofrem seriam mais fortes e dignos de honra do que ele.

Jesus Cristo "não só renunciou à condição divina, como esvaziou-se da dignidade humana. Com a paixão e morte na cruz, colocou-se abaixo das pessoas excluídas da dignidade, para levantá-las, em seu amor". Seu esvaziamento "o fez assumir uma morte que não é do ser humano, e sim do animal".

De acordo com a publicação, "é como se Jesus dissesse a cada ser humano: 'Eu entendo você. Estou com você para tudo. Eu sei o quanto você está sofrendo, porque eu também passei por isso'. Se ele não tivesse sofrido, como poderia consolar-nos na dor?". Dom Vilson Dias de Oliveira, DC completa, na revista Canção Nova:

Como vem acontecendo há muito tempo, hoje [Sexta-Feira da Paixão] não se celebra a missa, tendo lugar a celebração da morte do Senhor: o mistério que é celebrado é uma cruz dolorosa e sangrenta, mas ao mesmo tempo vitoriosa e resplandecente.

Trata-se de morte, a de Cristo, real e tremenda; mas é passagem para uma vida ressuscitada e eterna. O amor de Deus, que é vida, terá mais poder do que o pecado do homem, que é morte. A celebração incorpora-nos à redenção de Cristo e a seu mistério de salvação universal: pela morte à vida.

O que é Sábado de Aleluia
(Terceiro dia do Tríduo Pascal)?

The Dead Christ (1583-1585), Annibale Carracci

Em texto para a Família Cristã, Irmã Vera Ivanise Bombonatto, fsp (sigla de Pia Sociedade Filhas de São Paulo) elucida: "Parte integrante do Tríduo Pascal, este dia é caracterizado pelo silêncio operoso e pela espera fecunda. Silêncio e espera fazem parte da pedagogia do Pai de todas as bênçãos; que nos prepara para acolher seu Filho primogênito, ressuscitado dos mortos e Senhor da vida". Ela prossegue:

Neste dia santo, a Igreja convida os cristãos a permanecerem ao lado do sepulcro, para contemplar não o cadáver de Jesus, mas seu gesto supremo de amor sacrificado, capaz de derramar o próprio sangue apara a nossa salvação; não o seu corpo inerte, mas a sua bondade e misericórdia infinitas.

O silêncio eloquente do Sábado, carregado de esperança, purifica o nosso ser e o nosso coração para acolher o alegre anúncio da ressurreição. A reflexão, as interrogações e as expectativas diante do túmulo antecedem a Vigília Pascal para torná-la mais rica de significado.

A Irmã, que é professora e teóloga, relembra o primeiro Sábado Santo da história da humanidade, quando "um grande silêncio pairou no ar e tomou conta do universo, da natureza e dos corações".

Se o grão de trigo jogado na terra não morrer, continuará a ser apenas um grão de trigo, mas se morrer dará muitos frutos (Jo 12, 24). Contrariando a lógica humana, no coração daquele pequeno grupo de seguidores que testemunharam a morte de Jesus escondia-se, ainda que timidamente, a esperança do triunfo da vida.

E essa atitude foi tão profética e marcante que se transformou numa das características fundamentais do cristianismo: a capacidade de "esperar contra toda a esperança", como afirma o apóstlo Paulo (Rm 4, 18).

Conforme Irmã Vera Ivanise Bombonatto, fsp, "Jesus venceu a morte pela morte. (...) A vitória brota de dentro da própria derrota". A estudante de Teologia Hélia Carla de Paula Santos medita em artigo recentemente publicado no Jornal de Opinião, da Catedral - Rede de Comunicação Católica:

A morte de Jesus é o momento mais bonito de sua vida. (...) A morte de Jesus é bonita, porque é uma confirmação de sua vida de amor e doação; é a expressão mais forte da verdade de suas palavras e ações. (...)

O tríduo pascal é o amor de Deus ao extremo na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. A cruz é o convite ardoroso para amar e servir, de coração aberto, aos irmãos. (...) É muito provável que fiquemos diante da cruz com o coração condoído pelo sofrimento. É tempo de agir.

A morte de Jesus é o fim do poderio da morte. O ser humano está livre daquilo que poderia tirar todo o sentido de sua vida. A ressurreição prova essa verdade.

Irmã Vera Ivanise Bombonatto, fsp pontua: "Em honra ao corpo de Jesus que repousa no túmulo, a Igreja, qual esposa, também repousa no silêncio fecundo da espera, enquanto se prepara para receber o esposo, Ressuscitado dentre os mortos. Por respeito à morte do Redentor, não há celebração eucarística neste dia e o recinto sagrado continua despojado como na Sexta-Feira Santa".

O que é Vigília Pascal?

Fotografia de Alice Birkin

Segundo a revista Família Cristã, trata-se do

Rito mais longo do Ano Litúrgico e também o mais importante, por proclamar solenemente a ressurreição de Cristo, fundamento da fé. É oficiado após o escurecer do Sábado Santo, porque, conforme a sagrada tradição judaica, ao anoitecer celebra-se o começo do dia seguinte. Portanto, na Vigília, já é proclamada a ressurreição do Senhor e, com ele, toda a Igreja passa da morte para a vida. Faz-se a renovação das promessas do batismo e a ceia eucarística (...).

A publicação descreve:

O Círio Pascal é aceso no fogo novo e entra na igreja escura. Simboliza a luz de Cristo ressuscitado que renova a criação e a liberta das trevas do pecado e da morte. A luz do Círio é espalhada pelas velas que os fiéis têm nas mãos, símbolos do batismo, pelo qual cada criatura renasce na luz de Deus.

A seguir, é feita a solene proclamação pascal, que narra em forma de versos a ação libertadora de Deus, desde a páscoa do Egito [veja em Quinta-Feira Santa, acima, o Link "passagem de Israel pelo Mar Vermelho"] até a ressurreição de Cristo. (...)

Em resposta à libertação oferecida por Cristo, a Igreja renova a aliança do batismo, cujo símbolo principal é a água. Segue a celebração da eucaristia, na qual todos os que foram libertados e recriados são chamados à mesa, como filhos e filhas de Deus e irmãos do Filho primogênito (...).

O que é Círio Pascal?

Fotografia de Immanuel Giel, em Augsburg (Germany)

A mesma edição especial da Família Cristã responde:

Trata-se de uma grande vela onde estão inscritos os números do ano corrente e a primeira e última letra do alfabeto grego, alfa e ômega, simbolizando que Jesus Cristo é o princípio e o fim e ao mesmo tempo a nova luz que tudo ilumina e vence as trevas da morte.

O Círio é aceso no início da Vigília Pascal, no Sábado Santo. Nele são acesas as velas que os fiéis levam para o interior da igreja, simbolizando que o vigor do cristão está na ressurreição de Cristo e que cada cristão é uma luz a anunciar Jesus vivo.

Não me esqueço de uma palestra do amado Padre Léo, na qual ele esclarecia que o Círio é uma vela tão especial, que não pode ser feita "com a sobra de outras velas": ele é constituído com a cera mais pura das abelhas. O saudoso sacerdote disse mais: se um padre não tem condições de adquirir um Círio (por ser uma vela mais elaborada, deve custar mais caro), é melhor "fechar a paróquia", pois isso seria uma lástima.

Para encerrar, deixo você, internauta d'A Católica, com uma linda prece que extraí de uma edição da revista Terço Bizantino, de Padre Marcelo Rossi. Fique no Amor e na Paz de Deus!!


Freskenzyklus Christi Passion in der Certosa del Galluzzo,
Szene: Auferstehung, Fragment (1523-25), Jacopo Pontormo

Oração em preparação para a Páscoa

DEUS, de infinita bondade, quero neste tempo me preparar verdadeiramente para Contigo Ressuscitar.

Que em cada momento de dor, eu me lembre sempre de Suas chagas que sangraram por amor a mim.
Que em cada momento de dificuldade, eu me lembre sempre que o Senhor, mesmo traído por Judas, um de Seus apóstolos, permaneceu de pé e de forma alguma deixou de perdoá-lo.
Que em cada momento de solidão, eu me lembre sempre do deserto que o Senhor viveu sendo tentado e mesmo assim não desistiu da caminhada.
Quando me der vontade de largar minha cruz, eu me lembre verdadeiramente que Sua cruz foi a maior do mundo e mesmo assim a carregou por amor a mim.

Meu Deus, ensina-me a seguir somente Teus Passos.
Ensina-me a preparar cada dia para que meu encontro pessoal Contigo seja na santa eucaristia.

E quando minhas forças acabarem, renova-as, pois, Contigo irei caminhando, caminhando e caminhando, para juntos RESSUSCITARMOS a cada momento, recomeçando dia a dia e me fortalecendo em Ti e dizer bem forte de todo meu coração todos os dias de minha vida: EU TE AMO, MEU DEUS! EU TE AMO, MEU TUDO!



~Ana Paula~A Católica
Importante:

Todos os Poemas escritos e publicados no Blog acatolica.com
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da Fundação Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro (BRASIL).

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